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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Lei antipirataria dos EUA

Até Turma da Mônica protesta contra lei antipirataria dos EUA

Pelo Twitter, o cartunista Mauricio de Sousa anunciou o protesto da Turma da Mônica contra um projeto de lei do Congresso dos Estados Unidos que procura combater a pirataria on-line, a Sopa (Stop Piracy Act), e sua versão correspondente que está no Senado, a Pipa (Protect IP Act).

O site da turma se une a mais de 10 mil sites que protestam virtualmente contra a lei e ficará fora do ar por 24 horas por não concordar com as limitações impostas.

"Por aquim a única SOPA que apreciamos é a que a Magali toma; e PIPA, só a amiga da Tina ou aquela que voa livre pelos céus", diz a mensagem.

SOPA

O Sopa (Lei para Parar com a Pirataria On-line, em inglês) tem colocado em fronts opostos setores do Congresso dos EUA, gigantes da área de entretenimento e titãs da internet, apoiados por juristas e acadêmicos.

A favor da lei, estão as indústrias de cinema, TV e música, além de provedoras de TV a cabo e internet.

No campo oposto, estão empresas como Google, Yahoo!, YouTube, Facebook, Foursquare e Mozilla, que afirmam que a linguagem vaga do projeto torna portais, sites de busca e redes sociais legalmente responsáveis por abrigar sites e links com conteúdo pirata e passíveis das mesmas penas: bloqueio sumário e veto a anunciantes.

Com esse ônus, a lei busca monitorar com lupa o conteúdo. As empresas, porém, dizem que é tarefa impossível e que seriam levadas a censura preventiva.

Fonte: Folha

Luzes e Sombras na Aurora dos Tempos


“Deixemos com sua piedade aqueles que querem que se guarde viva e intacta a herança da Aufklärung. Esta piedade é claramente a mais forte das traições.” (Foucault)


Questão que permeia as considerações da Filosofia da História, é a noção de teleologia. Palavra derivada do grego télos, teleologia designa o estudo das finalidades e a doutrina filosófica que considera o mundo como um sistema de relações entre meios e fins. Kant denuncia sua orientação teleológica ao tomar o homem como um ser que se orienta em direção ao melhor, em outras palavras, considera que a história se revela como uma sequência de tempos cronológicos em que a humanidade caminha no sentido de atingir sua finalidade última: o progresso moral refletido na ordem social.

Em conferência ministrada no Collége de France, em janeiro de 1983, Foucault se propôs a apresentar a gênese de seu próprio trabalho e de seus esforços para a construção de uma forma de compreensão da história e dos fatos que compõe a atualidade. Para tanto, discorre sobre o pensamento de Kant, expresso nos artigos “O que é Iluminismo”, “Estará o Gênero Humano em Contínuo Progresso em Direção ao Melhor?” e “O Que é Revolução”. Foucault chama a atenção para a Aufklärung entendida não como fato histórico isolado e sim, segundo ele, como um “progresso permanente que se manifesta na história da razão, no desenvolvimento e instauração de formas de racionalidade e de técnica”.

Declarando-se um seguidor da tradição filosófica delineada por Hegel, por Nietzsche, por Max Weber e, mais recentemente, pelos teóricos da Escola de Frankfurt, Foucault vê em Kant a origem das reflexões filosóficas que tomam como objeto elementos inseridos no tempo presente. Imerso no Século das Luzes, foi Kant quem chamou a Aufklärung a analisar a si mesma e a conceituou como “a saída do homem de sua minoridade auto-imposta”. Livre para dispor de seu próprio entendimento, o homem, segundo Kant, deve superar a indecisão e a falta de coragem, libertar-se dos dogmas, das fórmulas estabelecidas e, tal como Platão representou no Mito da Caverna, deixar um mundo de sombras, de aparências, para conquistar seu lugar como pensador autônomo que se aventura no universo das ideias essenciais.

Foucault se aprofunda na teleologia kantiana ao comentar a análise apresentada em “Estará o Gênero Humano em Contínuo Progresso em Direção ao Melhor?” Procurando um objeto que seja causa concretizadora do progresso humano verificável, Kant detecta na revolução um forte indício. Foucault explica que não se trata da revolução em si, pois esta não faz mais do que substituir uma ordem estabelecida por outra similar, mas sim do que denuncia o entusiasmo que move um povo à revolução.

Este entusiasmo é verificável em todas as épocas, passado e presente, assim como voltará a reclamar seu lugar no futuro, pois é força motriz que recusa o conformismo e cristaliza conflitos que impulsionam os Estados nacionais em direção à justiça e à garantia dos direitos naturais dos homens. A revolução, nas palavras de Kant, é signo da “disposição da qual a humanidade é portadora”.

Mas a revolução não é o único signo possível a essa disposição, a esse entusiasmo. Na Grécia antiga, em meio aos mitos e superstições, surgiram homens que desafiaram o senso comum e os dogmas estabelecidos, questionando sobre a verdadeira origem das coisas e as leis da natureza. Fazendo uso do pensamento racional, ergueram os pilares que servem de sustentação à civilização ocidental. O pensamento racional que os gregos sistematizaram, possibilitou o nascimento e desenvolvimento da ciência em seus vários segmentos, além de sedimentar as bases da moral e da política. A própria Filosofia, portanto, no que ela encerra de busca pela satisfação humana através do conhecimento, é um signo da disposição e do entusiasmo da humanidade para caminhar em direção ao melhor. É, porém, um signo não massificado, que só lentamente atinge um número maior de adeptos.

Outro signo possível é o desenvolvimento tecnológico que, embora atrelado aos meios de produção, não deixa de denunciar a disposição e entusiasmo de alguns homens pela racionalidade e pelo conhecimento técnico que beneficia a humanidade. Mas o desenvolvimento tecnológico é um símbolo problemático.

Nicolau Sevcenko, em “A Corrida Para o Século XXI”, chama a atenção para a crise que caracteriza a atualidade: a crise tecnológica. Abordando o desenvolvimento tecnológico que ganhou destaque a partir do século XVI, Sevcenko se detém na transição do século XX para o XXI. Trata-se de período profundamente marcado pela informática, pela vertiginosa velocidade em que se chocam a redução dos tempos de transmissão das mensagens e a noção de superação das distâncias geográficas, disseminando entre os homens um estado “apatetado e conformista” que ameaça as instituições e a sobrevivência dos valores humanos.

Desnecessário dizer que o torpor que envolve a todos, frente às inovações das tecnologias da informação, caracteriza o desenvolvimento tecnológico como signo de duas dimensões: por um lado impulsiona, por outro aprisiona no universo do senso comum e das ideias prontas, agora eletronicamente processadas. Sobre o processo histórico das luzes projetam-se as sombras do pensamento formatado, do irrefletido como reflexo de vazio existencial. É um “signo em duas dimensões”, também, pela projeção da técnica e pelo que trás em si como possibilidade de racionalidade.

Ao procurar alertar seus leitores para a necessidade de despertar do sono latérgico provocado pelas tecnologias modernas, Sevcenko afirma: “uma coisa que a técnica não pode fazer é abolir a crítica, pela simples razão de que precisa dela para descortinar novos horizontes”. O sentido tecnológico tem como premissa básica justamente o “descortinar novos horizontes” em processo contínuo, o que torna possível a busca incessante pelo esclarecimento, presente, mesmo que discretamente, em todas as épocas.

Para Sevcenko, neste momento histórico, garantir o progresso em direção ao melhor implica submeter o desenvolvimento tecnológico à crítica, seguindo o exemplo do que fez Kant com a Aufklärung, no momento mesmo em que ela se tornava a característica máxima de uma época. Para tanto, conforme Sevcenko, é preciso conquistar um distanciamento que favoreça o discernimento crítico; recuperar o tempo histórico da própria sociedade, visualizando seu contexto geral; sondar o futuro com perspectiva histórica, de forma a identificar como a técnica pode vir a favorecer a racionalidade orientada no sentido dos valores humanos.

Como declara Kant, “o verdadeiro entusiasmo refere-se sempre apenas ao ideal e, claro está, puramente moral”. Assim, o mal, mesmo que travestido de bem, é um estágio a ser racionalizado e superado.
O que há de comum entre os pensadores aqui mencionados ­– além de pertencerem à tradição filosófica que fundamenta as bases da civilização ocidental –, é a preocupação com os fatos que permeiam o tempo histórico em que estão inseridas suas próprias existências. Foi com esta proposta que Foucault se lançou a um “pensamento crítico que toma a forma de uma ontologia de nós mesmos, de uma ontologia da atualidade”. Ele tem em Sevcenko um correspondente que convoca para a mesma linha de reflexão. Ambos se posicionam em sentido oposto aos traidores da Aufklärung, contrários àqueles que em nome do saudosismo histórico ignoram a necessidade de diagnósticos do nosso tempo em detrimento do ideal humano de construção infinita em direção ao melhor.



REFERÊNCIAS


FOUCAULT, Michel. O que é o Iluminismo? Tradução de Walderson Flor do Nascimento. Magazine Litteráire. Paris: Collége de France, n. 207, pp. 35-39, maio, 1984.

KANT, Immanuel. Resposta à pergunta: que é Ilustração? Disponível na Internet em . Acessado em 10.04.2009.

KANT, Immanuel. O Conflito das Faculdades. Lisboa: Edições 70, 1993, pp. 95-112.

SEVCENKO, Nicolau. A Corrida Para o Século XXI: no loop da montanha-russa. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.



(Artigo escrito em junho de 2009, para obtenção de créditos no curso de Filosofia)

Fonte: helenanovais.blogspot.com

Vaticano

As relações promíscua entre o Banco Santander, Opus Dei e o Vaticano.

A legião dos esquecidos (Gonzaguinha)


terça-feira, 17 de janeiro de 2012

História da Filosofia

História da Filosofia, Pré-Socrática, Filosofia Clássica, Filosofia Pós-Socrática, Filosofia Medieval, Filosofia Moderna, Filosofia Contemporânea, sofistas, definição, principais filósofos, escolas filosóficas

Introdução

A palavra filosofia é de origem grega e significa amor à sabedoria. Ela surge desde o momento em que o homem começou a refletir sobre o funcionamento da vida e do universo, buscando uma solução para as grandes questões da existência humana. Os pensadores, inseridos num contexto histórico de sua época, buscaram diversos temas para reflexão. A Grécia Antiga é conhecida como o berço dos pensadores, sendo que os sophos ( sábios em grego ) buscaram formular, no século VI a.C., explicações racionais para tudo aquilo que era explicado, até então, através da mitologia.
Os Pré-Socráticos

Podemos afirmar que foi a primeira corrente de pensamento, surgida na Grécia Antiga por volta do século VI a.C. Os filósofos que viveram antes de Sócrates se preocupavam muito com o Universo e com os fenômenos da natureza. Buscavam explicar tudo através da razão e do conhecimento científico. Podemos citar, neste contexto, os físicos Tales de Mileto, Anaximandro e Heráclito. Pitágoras desenvolve seu pensamento defendendo a idéia de que tudo preexiste a alma, já que esta é imortal. Demócrito e Leucipo defendem a formação de todas as coisas, a partir da existência dos átomos.

Período Clássico

Os séculos V e IV a.C. na Grécia Antiga foram de grande desenvolvimento cultural e científico. O esplendor de cidades como Atenas, e seu sistema político democrático, proporcionou o terreno propício para o desenvolvimento do pensamento. É a época dos sofistas e do grande pensador Sócrates.

Os sofistas, entre eles Górgias, Leontinos e Abdera, defendiam uma educação, cujo objetivo máximo seria a formação de um cidadão pleno, preparado para atuar politicamente para o crescimento da cidade. Dentro desta proposta pedagógica, os jovens deveriam ser preparados para falar bem ( retórica ), pensar e manifestar suas qualidades artísticas.

Sócrates começa a pensar e refletir sobre o homem, buscando entender o funcionamento do Universo dentro de uma concepção científica. Para ele, a verdade está ligada ao bem moral do ser humano. Ele não deixou textos ou outros documentos, desta forma, só podemos conhecer as idéias de Sócrates através dos relatos deixados por Platão.

Platão foi discípulo de Sócrates e defendia que as idéias formavam o foco do conhecimento intelectual. Os pensadores teriam a função de entender o mundo da realidade, separando-o das aparências.

Outro grande sábio desta época foi Aristóteles que desenvolveu os estudos de Platão e Sócrates. Foi Aristóteles quem desenvolveu a lógica dedutiva clássica, como forma de chegar ao conhecimento científico. A sistematização e os métodos devem ser desenvolvidos para se chegar ao conhecimento pretendido, partindo sempre dos conceitos gerais para os específicos.

Período Pós-Socrático

Está época vai do final do período clássico (320 a.C.) até o começo da Era Cristã, dentro de um contexto histórico que representa o final da hegemonia política e militar da Grécia.

Ceticismo: de acordo com os pensadores céticos, a dúvida deve estar sempre presente, pois o ser humano não consegue conhecer nada de forma exata e segura.
Epicurismo: os epicuristas, seguidores do pensador Epicuro, defendiam que o bem era originário da prática da virtude. O corpo e a alma não deveriam sofrer para, desta forma, chegar-se ao prazer.
Estoicismo: os sábios estóicos como, por exemplo Marco Aurélio e Sêneca, defendiam a razão a qualquer preço. Os fenômenos exteriores a vida deviam ser deixados de lado, como a emoção, o prazer e o sofrimento.

Pensamento Medieval

O pensamento na Idade Média foi muito influenciado pela Igreja Católica Desta forma, o teocentrismo acabou por definir as formas de sentir, ver e também pensar durante o período medieval. De acordo com Santo Agostinho, importante teólogo romano, o conhecimento e as idéias eram de origem divina. As verdades sobre o mundo e sobre todas as coisas deviam ser buscadas nas palavras de Deus.

Porém, a partir do século V até o século XIII, uma nova linha de pensamento ganha importância na Europa. Surge a escolástica, conjunto de idéias que visava unir a fé com o pensamento racional de Platão e Aristóteles. O principal representante desta linha de pensamento foi São Tomás de Aquino.

Pensamento Filosófico Moderno

Com o Renascimento Cultural e Científico, o surgimento da burguesia e o fim da Idade Média, as formas de pensar sobre o mundo e o Universo ganham novos rumos. A definição de conhecimento deixa de ser religiosa para entrar num âmbito racional e científico. O teocentrismo é deixado de lado e entre em cena o antropocentrismo ( homem no centro do Universo ). Neste contexto, René Descartes cria o cartesianismo, privilegiando a razão e considerando-a base de todo conhecimento.

A burguesia, camada social em crescimento econômico e político, tem seus ideais representados no empirismo e no idealismo.
No século XVII, o pesquisador e sábio inglês Francis Bacon cria um método experimental, conhecido como empirismo. Neste mesmo sentido, desenvolvem seus pensamentos Thomas Hobbes e John Locke.

Conhecido como o percursor do pensamento filosófico moderno, o filósofo e matemático francês René Descartes dá uma grande contribuição para a Filosofia no século XVII ao desenvolver o Método Cartesiano. De acordo com este método, só existe aquilo que pode ter sua existência comprovada.

O iluminismo surge em pleno século das Luzes, o século XVIII. A experiência, a razão e o método científico passam a ser as únicas formas de obtenção do conhecimento. Este, a única forma de tirar o homem das trevas da ignorância. Podemos citar, nesta época, os pensadores Immanuel Kant, Friedrich Hegel, Montesquieu, Diderot, D'Alembert e Rosseau.

O século XIX é marcado pelo positivismo de Auguste Comte. O ideal de uma sociedade baseada na ordem e progresso influencia nas formas de refletir sobre as coisas. O fato histórico deve falar por si próprio e o método científico, controlado e medido, deve ser a única forma de se chegar ao conhecimento.

Neste mesmo século, Karl Marx utiliza o método dialético para desenvolver sua teoria marxista. Através do materialismo histórico, Marx propõe entender o funcionamento da sociedade para poder modificá-la. Através de uma revolução proletária, a burguesia seria retirada do controle dos bens de produção que seriam controlados pelos trabalhadores.

Ainda neste contexto, Friedrich Nietzsche, faz duras críticas aos valores tradicionais da sociedade, representados pelo cristianismo e pela cultura ocidental. O pensamento, para libertar, deve ser livre de qualquer forma de controle moral ou cultural.

Época Contemporânea

Durante o século XX várias correntes de pensamentos agiram ao mesmo tempo. As releituras do marxismo e novas propostas surgem a partir de Antonio Gramsci, Henri Lefebvre, Michel Foucault, Louis Althusser e Gyorgy Lukács. A antropologia ganha importância e influencia o pensamento do período, graças aos estudos de Claude Lévi-Strauss. A fenomenologia, descrição das coisas percebidas pela consciência humana, tem seu maior representante em Edmund Husserl. A existência humana ganha importância nas reflexões de Jean-Paul Sartre, o criador do existencialismo.
Fonte: suapesquisa.com/filosofia

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

O Analfabeto Político


Bertolt Brecht

"O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão,
do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia
a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta,
o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista,
pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo."
Nada é impossível de Mudar
"Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de
hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem
sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente,
de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural
nada deve parecer impossível de mudar."
Privatizado
"Privatizaram sua vida, seu trabalho, sua hora de amar e seu direito de pensar.
É da empresa privada o seu passo em frente,
seu pão e seu salário. E agora não contente querem
privatizar o conhecimento, a sabedoria,
o pensamento, que só à humanidade pertence."

Ditadura

O que é o ditadura, forma de governo, poder, uso da força para governar, falta de democracia
Ditadura: uso da força para governar e falta de democracia.

O que é ditadura e características.

Ditadura é uma forma de governo em que o governante (presidente, rei, primeiro ministro) exerce seu poder sem respeitar a democracia, ou seja, governa de acordo com suas vontades ou com as do grupo político ao qual pertence.

Na ditadura não a respeito à divisão dos poderes (executivo, legislativo e judiciário). O ditador costuma exercer os três poderes.

Para evitar oposição, as ditaduras costumam proibir ou controlar os partidos políticos. Outras táticas ditatoriais envolvem a prisão de opositores políticos, censura aos meios de comunicação, controle dos sindicatos, proibição de manifestações públicas de oposição e supressão dos direitos civis.

Os governos ditatoriais costumam apoiar seu poder no uso das forças armadas.

Entre os anos de 1964 e 1985, o Brasil foi governado por uma forma de governo deste tipo. Sem eleições diretas para presidente da república, vários militares se alternaram no poder.