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sábado, 3 de março de 2012

Demóstenes Torres: demo “ético” caiu



A revista Época, que sempre deu generosos espaços para o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) posar de paladino da ética, acaba de perder mais um entrevistado. O demo foi flagrado em suas intimas relações com um dos maiores corruptos do país, o famoso Carlinhos Cachoeira. O próprio sítio da revista confirmou ontem a denuncia. Só falta agora sair no Jornal Nacional da TV Globo. Será?


Vale à pena conferir trechos da reportagem de Andrei Meirelles e Marcelo Rocha, que deve ter decepcionado os filhos de Roberto Marinho. Quem as Organizações Globo irão entrevistar agora? Todos os “éticos” da direita estão sendo defenestrados.

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Na quarta-feira (29), a Polícia Federal deflagrou a Operação Monte Carlo, com a prisão do empresário de jogos Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e dezenas de policiais civis e militares, acusados de envolvimento na exploração ilegal de máquinas caça-níqueis em Goiás e na periferia de Brasília...


Segundo a apuração da PF, Carlinhos Cachoeira mantinha forte influência na política goiana. Nas cerca de 200 horas de gravações telefônicas, captadas com ordem judicial, Cachoeira conversa com freqüência e intimidade com deputados federais de vários partidos e com o senador goiano Demóstenes Torres, líder do DEM no Senado Federal.


De acordo com os investigadores, em julho do ano passado Carlinhos Cachoeira deu um generoso presente de casamento para o senador goiano: uma cozinha completa. Época ouviu Demóstenes. O senador confirma ter recebido um fogão e uma geladeira do casal Cachoeira. “Sou amigo dele há anos. A Andressa, mulher dele, também é muito amiga da minha mulher”, diz Demóstenes.


Segundo o senador, Cachoeira mantém conversa também com políticos de todas as tendências em Goiás. “Depois do escândalo Waldomiro Diniz, eu pensei que ele tivesse abandonado a contravenção, e se dedicasse apenas a negócios legais”, afirma Demóstenes. “Para mim, foi uma surpresa as revelações feitas por essa operação da Polícia Federal”.

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A desculpa esfarrapada

A reportagem também aponta que o “empresário de jogos” operava no governo tucano de Goiás. “Entre os presos na Operação Monte Carlo, o ex-presidente da Câmara Municipal de Goiânia, Wladimir Garcez, era interlocutor freqüente do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Segundo investigadores, Garcez trocou dezenas de torpedos pelo celular com o governador”.

Todos os envolvidos nas denúncias da PF agora tentam tirar o corpo fora. A desculpa mais esfarrapada, porém, foi a do líder dos demos no Senado: “Eu pensei que ele tivesse abandonado a contravenção, e se dedicasse apenas a negócios legais”. O paladino da ética, que ganhou os holofotes da mídia com suas falsas campanhas moralistas, diz desconhecer a atuação do mafioso. É hilário!

Um mafioso com muito poder

De acordo com as primeiras revelações da Operação Monte Carlo, Carlinhos Cachoeira explorava uma rede de caça-níqueis e de cassinos ilegais em cinco estados brasileiros. Os seus cassinos em Goiânia e Valparaíso, nas cercanias de Brasília, rendiam cerca de R$ 3 milhões por mês, segundo os procuradores Daniel de Resende Salgado, Lea Batista de Oliveira e Marcelo Ribeiro de Oliveira.

Além disso, o bicheiro preso mantinha jornalistas na sua folha de pagamento, possuía uma rede de espionagem ilegal e nomeou integrantes no governo tucano de Marconi Perillo. Segundo o juiz da 11ª Vara Criminal da Justiça Federal de Goiás, “descobriu-se a influência de Carlos Cachoeira na nomeação de dezenas de pessoas para ocupar funções públicas no Estado de Goiás”.

A “inocência” dos paladinos da ética

Carlinhos Cachoeira ganhou os holofotes da mídia no primeiro mandato do ex-presidente Lula. Na época, ele liderava a campanha de bastidores pela liberação dos bingos. Num vídeo que ficou famoso, ele aparece com Waldomiro Diniz, ex-subchefe da Casa Civil, num flagrante de suborno. A mídia deu ampla repercussão para o caso.

Será que agora ela dará o mesmo tratamento à Operação Monte Castelo, que envolve o demo “ético” Demóstenes Torres e o tucano Marco Perillo? Ou será que a mídia demotucana também acha, como o inocente senador, que o “empresário de jogos” havia “abandonado a contravenção”.

Fonte: http://saraiva13.blogspot.com

José Serra muda nome do Brasil para Estados Unidos




O palhaço e candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo José Serra, foi fazer campanha antecipada na TV e mostrou que ama os EUA. Durante entrevista ao “Jornal da Noite”, do Boris Casoy da TV Bandeirantes, na noite desta quinta-feira Serra afirmou que o nome do Brasil é Estados Unidos do Brasil.

“O Brasil chama Estados Unidos do Brasil. Os Estados Unidos chamam Estados Unidos da América”, disse.

Corrigido pelo apresentador do jornal, Boris Casoy, Serra perguntou: “Mudou?”

quinta-feira, 1 de março de 2012

O que é isso, companheiro?

Não podemos congelar o piso dos professores, diz ministro da Educação


Ministro Alozio Mercadante defende a adoção do piso dos professores por estados e municípios. Foto:Elza Fiúza/ABR



O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse hoje (1), no programa de rádio Bom Dia Ministro, que o piso nacional dos professores, reajustado em 22,2%, vai permitir a valorização da carreira. Segundo ele, estados e prefeituras devem fazer um esforço para adaptar os salários dos professores ao piso no valor R$ 1.451,00, reajustado de acordo com os repasses feitos pelo governo federal por meio do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) .

Segundo ele, o melhor caminho para dar um salto de qualidade na educação é o pré-sal. Parte dos recursos, afirmou Mercadante, deve ser aplicado também em ciência e tecnologia.


Fonte: http://blog.planalto.gov.br

MPB e Ditadura




Apenas um Rapaz Latino-Americano(Belchior – 1976)
Intérprete: Belchior

Histórico: Escrita em 1976, a canção de Belchior caracteriza o Brasil da época de forma irônica. “Apenas um rapaz latino americano” é um protesto contra a repressão que censurava os artistas e, principalmente músicos da época.
Versos como “Por favor não saque a arma no "saloon" eu sou apenas um cantor / Mas se depois de cantar você ainda quiser me atirar / Mate-me logo, à tarde, às três, que à noite tenho um compromisso / E não posso faltar por causa de você” seriam quase como uma pergunta: O que vocês tanto têm a temer que não podem nem deixar que nós, que somos somente músicos, digamos e cantemos o que pensamos??

Vote no Tiririca, pior que tá não fica!!!


O Partido da República (PR), presidido pelo senador amazonense Alfredo Nascimento, anunciou nesta semana que cogita lançar o deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva, o famoso Tiririca, às eleições para a prefeitura da capital paulista em outubro próximo. A notícia foi tratada com deboche por setores da mídia elitizada, que sempre estigmatizaram o “palhaço”.
Eleito em 2010 com 1,3 milhão de votos, o humorista tem surpreendido na Câmara Federal...

Palhaço