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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O fracasso das políticas tucano-demo-pessedistas na Cracolândia


Desde terça 03/11/2012, A Polícia Militar em conjunto com a Polícia Civil e Guarda Metropolitana, fazem uma grande operação na região da luz (cracolândia) centro de São Paulo. Essa operação segundo as autoridades, tem por objetivos sufocar o trafico de drogas e criar um ambiente seguro para as "ações sociais e de saúde aos usuários"..
O usuário de crac, ainda que cometa atos de delinquência, antes de ser bandido é um depedente químico e, portanto, enfermo mental a carecer de cuidados psiquiátricos. Ela cheira mal, ele icomoda, ele rouba, ele fere, mas é doente. Medidas repressivas sem propor auxílio ou ajuda aos depedentes são equivocadas e ineficiente. Mas, para Alckmin e Kassab a força policial é a melhor das armas.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Ideologia da produtividade científica....



Mas há muita injustiça em tudo isso. Pois já não dá para suportar este "neo-liberalismo" científico que explora estudantes de graduação, de especialização, de mestrado e doutorado, colocando-os numa linha de montagem que só enriquece o Currículo Lates de alguns orientadores que, por suposto, se julgam acima do bem e do mal. Publicam em série. Custe o que custar. Basta observar a descarada promiscuidade nas autorias científicas em tantos artigos publicados. São oito, nove, dez quinze autores num conjunto de artigos que mudam de títulos, mas que na essência permanecem os mesmos. No mesmo artigo são co-autores alunos de iniciação científica do primeiro período da faculdade, formandos, mestrandos, doutorandos e dois ou três doutores. Assim, se constituem os imensos currículos. Empresto alguns reagentes, o laboratório, a máquina de café em troca da co-autoria. É o que denomino de ideologia do "produtivismo" científico.

A ciência deve estar a serviço da humanidade. É um pressuposto ético essencial. Como tal, não deveria ser utilizada como meio de afirmação pessoal, de grupos ou instituições como forma de satisfazer vaidades. Tampouco para excluir pesquisadores cuja história orgulha nossas ciências do esporte e que por assumir atribuições administrativas do mais alto nível não pode competir com a indústria dos

Em nossas faculdades adotamos uma política de pesquisas que se configura num palco de disputas e concorrências que chegam às raias do inadmissível. Repito, é o modelo produtivista de ciência. Nele o que interessa é publicar. Publicar muito. O culto da vaidade ignora tantos outros valores relevantes. Importa, sobretudo, que nos interroguemos se não estamos possuídos de uma mentalidade meramente pragmática onde os objetivos da produção do conhecimento científico se limitam a dar prestigio ao nosso currículo acadêmico, insuflar nossos egos, independentemente do significado humano e solidário que deve guiar nossa prática científica.

Adroaldo Gaya

Salário de professor no Brasil é o 3º mais baixo do mundo.

Segundo a OIT e UNESCO o professor brasileiro recebe o terceiro pior salário do mundo, e tem as turmas com o maior número de alunos.
Confira alguns dos dados da pesquisa e se pergunte como poderá a sociedade brasileira evoluir se os profissionais diretamente ligados à educação do cidadão, e consequentemente, à formação do país como unidade é tão desvalorizado pelo poder público?

Não é dificil perceber onde esse descaso com a educação está nos levando.

Na Alemanha, um professor com a mesma experiência de um brasileiro, ganha, em
média, US$ 30 mil por ano, mais de seis vezes a renda no Brasil. No topo da carreira e após mais de 15 anos de ensino, um professor brasileiro pode chegar a ganhar US$ 10 mil por ano. Em Portugal, o salário anual chega a US$ 50 mil, equivalente aos salários pagos aos suíços. Na Coréia, os professores primários ganham seis vezes o que ganha um brasileiro.
[...]
Com os baixos salários oferecidos no Brasil, poucos jovens acabam seguindo a carreira. Outro problema é que professores com alto nível de educação acabam deixando a profissão em busca de melhores salários.
[...]
A OIT e a Unesco dizem que o Brasil é um dos países com o maior número de alunos por classe, o que prejudica o ensino. Segundo o estudo, existem mais de 29 alunos por professor no Brasil, enquanto na Dinamarca, por exemplo, a relação é de um para dez.
[...]
Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o salário médio do docente do ensino fundamental em início de carreira no Brasil é o terceiro mais baixo do mundo, no universo de 38 países desenvolvidos e em desenvolvimento. O salário anual médio de um professor na Indonésia é US$ 1.624, no Peru US$ 4.752 e no Brasil, US$ 4.818, o equivalente a R$ 11 mil. A Argentina, por sua vez, paga US$ 9.857 por ano aos professores, cerca de R$ 22 mil, exatamente o dobro. Por que há tanta diferença?
Antônio Dias Neme é professor.
Fonte: http://www.raquelrfc.com

domingo, 1 de janeiro de 2012

Reflexões - Saber Viver

Acordei hoje, pensando qual a temática da primeira postagem de 2012. Transitando no blog http://helena-novais.blogspot.com/ da professora Helena, vi uma postagem que sintetiza o momento que estou vivendo, e resolvi compartilhar com vocês....

"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.
De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes. Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!"
Charlie Chaplin

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Feliz Ano Novo....


Essa mensagem é tudo que desejo a todos vocês que passarem por aqui!!!!
OBRIGADO PELO CARINHO E ATENÇÃO!!!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Acima de tudo, humano


Não deve ter sido fácil ter nascido pobre, no subúrbio e ter visto sua vida mudar completamente num curtíssimo espaço de tempo. Muito menos ter de lidar com assédio, com a obrigação de levar um espetáculo aos fãs, de começar a ter fama e dinheiro. Não deve ter sido fácil ser considerado um astro, um gênio do Futebol mercantil de hoje. Não deve ser fácil ser Adriano o Imperador. Não mesmo.

Explicações